sábado, 26 de janeiro de 2013

CURIOSIDADES HISTÓRICAS IV

Isto de fato é curioso...

Antes da emancipação de Auriflama, em 1955, as ruas João Pacheco de Lima e José Matarézio, no centro da cidade, se chamavam respectivamente São José e Piracicaba, além da Rua Santa Rita (hoje Rua Feliciano Sales Cunha).

No primeiro ano de Auriflama, como município, foi denominado as ruas citadas acima, através da Lei nr. 02.


Mas em março de 1963, o então prefeito, Dr. José Cardoso, através das leis 169 e 170, foram trocados os nomes das ruas. A João Pacheco de Lima, passava a se chamar Ruy Barbosa e a José Matarézio, chamaria Getúlio Vargas.


Porém, as novas denominações das ruas, durou até fevereiro de 1967, quando João Matarézio, prefeito à época, assinou a Lei nr. 316, que voltava as antigas denominações, conforme a lei de 1955, com destaque para os dizeres nas placas das ruas.


Se as mudanças de duas das principais ruas da cidade, foram por motivo político ou outros motivos, não sei de fato, mas o fato é considerado histórico e registrado nas leis municipais de Auriflama.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

CURIOSIDADES HISTÓRICAS III

Vasculhando pela Internet, podemos encontrar um pouco de tudo. Há algum tempo, localizei uma página onde se encontram disponíveis as leis e os decretos municipais de Auriflama, com data de 1955 até 2005. Pode-se dizer que se trata de uma relíquia, pois provavelmente uns tem conhecimento e que já se encontrava perdido na web há algum tempo. Veja abaixo um exemplo do que estou relatando.
Trata-se de uma lei de 2001, na qual a Prefeitura Municipal doou um terreno em favor da FAU - Faculdade de Auriflama, hoje FAU-UNIESP, cuja implementação foi em 2003 e começo das aulas em 2004.

Irei mostrando mais exemplos, com o passar dos dias...







domingo, 20 de janeiro de 2013

CURIOSIDADES HISTÓRICAS II

GALERIA DOS PRESIDENTES DA CÂMARA MUNICIPAL DE AURIFLAMA





ALGUMAS IMAGENS DE NOSSA CIDADE (EMBORA ALGUMAS DESATUALIZADAS)




























PRAÇA ROTARY (ACADEMIA AO AR LIVRE)

PRAÇA ROTARY (ACADEMIA AO AR LIVRE)


CURIOSIDADES HISTÓRICAS I

Porque o nome Auriflama?


Segundo o livro "Auriflama, Raizes da História", de Antonio Garcia Morales, os representantes da então Vila Áurea responsáveis pela reinvindicação da criação do Distrito (elevado em 30/11/1944), receberam dos dirigentes do órgão governamental que cuidava da divisão administrativa e territorial do Estado e da denominação das cidades, sugestão para que se desse um nome mais portentoso (maravilhoso) para a nova cidade que resplandecia com a exuberância das lavouras de café. Assim, para mudar sem descaracterizar o primeiro nome ÁUREA surgiu AURIFLAMA, do latim "aurea flamma" (chama dourada ou chama de ouro).

AURIFLAMA EM NÚMEROS

Demografia

Dados do IBGE - 2010
População Total: 19.202
  • Urbana: 18.948
  • Rural: 1.254
  • Homens: 9.102
  • Mulheres: 10.100
Densidade demográfica (hab./km²): 32,72
Taxa de Alfabetização: 92,6%

Dados do IBGE - 2000
Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 14,28
Expectativa de vida (anos): 72,09
Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 1,96
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,787
  • IDH-M Renda: 0,734
  • IDH-M Longevidade: 0,785
  • IDH-M Educação: 0,842
 (Fonte: IPEADATA)



Características geográficas
Área 434 km² 
População 19 202 hab. Censo IBGE/2010
Densidade 44,24 hab./km²
Altitude 482 m
Clima tropical Aw
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH 0,787 médio PNUD/2000
PIB R$ 177 046 mil IBGE/2009
PIB per capita R$ 12 323,94 IBGE/2009



 Fonte: Wikpédia

BREVE HISTÓRICO DA CIDADE DE AURIFLAMA

Na realidade a história de Auriflama começa mesmo por volta do ano de 1935, onde já havia moradores e proprietários rurais, antes da chegada dos pioneiros. Os primeiros bandeirantes que chegaram nessa região foram as famílias do Tiburção, da Maria Portuguesa, Mateus, Miranda, Bueno, Maciel, Zequinha Cearense, que aqui fincaram suas raízes.
João Pacheco de Lima comprou uma área localizada ao longo do espigão mestre, divisor das águas dos rios Tietê e São José dos Dourados. Em Junho de 1936, ele juntamente com seu filho Paulo e com os amigos Waldevino Nery dos Reis, Antônio Joaquim Nery e José Joaquim Nery se deslocaram de Ipiguá, próximo a São José do Rio Preto e vieram conhecer as terras.
No dia 6 de setembro de 1936, Waldevino Nery dos Reis e Ernestina Nery se mudavam definitivamente para o povoado. Na ocasião, outros pioneiros junto com suas famílias também vieram para o povoado: Ozório Messias de Almeida, Joaquim Graciano Paiva, Sebastião Machado, Filadelfo Rodrigues de Souza, Francisco Higino, Antônio Barbosa, João Fernandes, Amâncio Ferreira, José Mateus, Evangélio Mateus e Bertolina Alconci Mattäus,entre outros. Com a chegada destas famílias foi aberta uma clareira maior na mata e construído novos ranchos. Naquela ocasião, funda-se a “ Vila Pacheco”.
O cruzeiro foi levantado próximo a figueira em 2 de novembro de 1936, sendo produzido pelo carpinteiro Manoel Saturnino e doado por Agostinho Cipriano Nery. A figueira se tornou o marco histórico, afirma Alcino Messias de Almeida: “Nós sofremos muito no começo, pois a vila era muito mato e tivemos que ir abrindo clareira entre a selva, mas a figueira ganhou destaque devido a sua exuberância”. Seu Alcino lembra do momento em que ajudou a arrancar a figueira. Infelizmente ela estava no centro da cidade e precisou ser cortada para o crescimento de Auriflama, concluiu Messias.
Em 20 de novembro de 1937, nas proximidades do cruzeiro, o Padre Agostinho dos Santos Pereira celebrou a primeira missa do vilarejo. Com isso, oficialmente fundava-se a “Vila Áurea”, nome que homenageia Áurea de Souza Lima, filha de João Pacheco de Lima.
O Decreto, nº. 13011, de 24 de outubro de 1942, transformou Vila Áurea na 2ª Zona Distrital de General Salgado e Comarca de Monte Aprazível, graças ao empenho de Filadelfo Rodrigues de Souza.
Depois de completar sete anos, Vila Áurea foi elevada a categoria de Distrito de Paz pelo Decreto, nº. 14334, de 30 de novembro de 1944. Além disso, recebeu a denominação de Auriflama, que significa “ouro em chamas” e suas terras foram desmembradas de General Salgado e Major Prado.
A emancipação política e a elevação a categoria administrativa do município foi sancionada pela Lei, nº. 2.456, de 30 de dezembro de 1953. Isto só foi possível devido ao desenvolvimento econômico e social de Orlando Bongiovani, José Mateus, José Matarézio, José Maria Bento, Francisco Assis Rodrigues e Cláudio Bento Inezzi.
Em 1954 a população auriflamense elegia o primeiro executivo e legislativo, os quais governaram de 1 de janeiro de 1955 até 31 de dezembro de 1958. Na qual foi eleito Lázaro Silva juntamente com seu vice Aurélio Dainezi.
A Câmara Municipal foi composta por 09 (nove) vereadores e suplentes de cada legenda, sendo presidida por Waldevino Nery dos Reis. Posteriormente, assumiram a presidência do Legislativo municipal: Francisco de Assis Rodrigues, em 1956; Almerindo Pereira Prates em 1957; e João Matarézio em 1958.
Em 28 de Fevereiro de 1964 foi criado a Comarca de Auriflama, de acordo com a Lei nº. 8.092, mas a sua instalação concretizou-se em 28 de setembro de 1967, na administração do prefeito João Matarézio. Assumiu como Juiz de Direito da Comarca Domingos Franciulli Neto e José Geraldo de Jacobina Rabello, exerceu a função de Promotor Público.

Fonte: Wikipédia