sábado, 14 de julho de 2012

DEMOCRACIA CRISTÃ

Democracia cristã, tal como o nome indica, é um pensamento, ideologia e movimento político que defende uma democracia baseada nos ensinamentos e princípios cristãos, tais como a liberdade, a solidariedade e a justiça. Ela é democrática na medida em que desde a sua origem, aderiu sinceramente aos ideais da democracia pluralista do tipo ocidental. E é cristã porque representa uma tentativa permanente de defesa e aplicação dos princípios e valores cristãos na vida política nacional e internacional. Tal como os outros grandes movimentos políticos, as prioridades e políticas postos em prática pelos partidos democratas cristãos podem variar consideravelmente em diferentes países e em diferentes tempos.

Os partidos democratas cristãos agrupam-se na Internacional Democrata Cristã (IDC), também chamada de Internacional Democrata Centrista (IDC), a segunda maior organização política internacional. A IDC é subdividido em vários grupos políticos regionais. Os partidos democratas cristãos da Europa também agrupam-se no "Partido Popular Europeu", o grupo regional europeu da IDC, e é o maior grupo político no Parlamento Europeu. Os partidos democratas cristãos da América também agrupam-se na "Organização Democrata Cristã da América", também um grupo regional da IDC.

A Democracia Cristã combate o Estado forte e centralizado por isso ela é regionalista e municipalista, apoiando a descentralização e a autonomia das províncias e dos concelhos. Ela também é internacionalista, defendendo a solidariedade e a cooperação entre povos. Defende também a paz no mundo, o direito à independência e segurança dos povos face à opressão e a dignidade humana, ajudando por isso o desenvolvimento dos povos menos desenvolvidos e mais desfavorecidos.


A Democracia cristã incorpora ideias dos liberais, conservadores e socialistas que têm em comum a adoção e a defesa dos princípios cristãos e da moral cristã. Mas ela apresenta também grandes diferenças do liberalismo, do conservadorismo e do socialismo, bem como do fascismo e do nacionalismo.

Tem também aspectos comuns ao Socialismo Democrático visto que ambos defendem a democracia e a justiça e solidariedade social, apoiando por isso as instituições democráticas, as eleições livres e honestas, a Previdência social, a intervenção do Estado na economia se for necessário, o apoio aos mais desfavorecidos, a dignificação do trabalho e a diminuição da pobreza. As principais diferenças entre estes dois pensamentos residem no facto do socialismo ser basicamente de inspiração materialista e de tendência coletivista, querendo construir um sociedade sem classes, ao passo que a Democracia Cristã tem inspiração espiritual, pretende caminhar no sentido do personalismo e suporta a economia social de mercado.


A seguir, estão, resumidamente, algumas características deste pensamento político cristão:
  • É defensor da democracia, dos direitos humanos, do Cristianismo e dos princípios defendidos por esta religião e pretende implantá-los na sociedade a ponto de pretender subordinar o Estado e a vida social à moral cristã;
  • Reconhece a autonomia da Igreja face ao Estado;
  • É defensor da colocação do Estado ao serviço do Homem (e não o Homem ao serviço do Estado);
  • É defensor do princípio do personalismo, do princípio da solidariedade e do princípio da subsidiariedade (ou princípio da livre associação ou da sociedade civil);
  • Reconhece o papel das comunidades intermédias e combate o centralismo estatal;
  • É defensor da família como célula fundamental da sociedade;
  • É defensor da liberdade, nomeadamente a de ensino, a de religião e a de escolha dos sistemas sociais;
  • É defensor do humanismo econômico, pretendendo implantar nas relações sócio-econômicas os princípios e valores ético-morais cristãos e defendendo que é a economia que serve o Homem (e não o Homem a servir a economia e o lucro);
  • É defensor da reformulação do capitalismo, apoiando por isso uma profunda reforma na empresa, como por exemplo a promoção da dignidade do trabalho, da participação dos trabalhadores na gestão da empresa e da distinção do lucro (uma legítima renumeração do capital investido na empresa) e do sobrelucro (os democratas cristãos defendem que este "lucro extra" deve ser distribuído equitativamente aos trabalhadores).

Fonte: Wikipédia

terça-feira, 10 de julho de 2012


Programa eleitoral é mais engraçado do que o de humor, diz leitor da Folha de S. Paulo

LEITOR VINÍCIUS BERNARDES MONDIN GUIDIO
DE SÃO PAULO



O clima de eleições mal começou e os rebuliços pré-eleitorais estão a todo vapor.
Filiações, alianças partidárias, candidaturas colocadas e retiradas, além de muitas pesquisas para averiguar o vencedor já ocorreram neste curto período de tempo.
Porém, tudo isso e mais um pouco está para se ampliar às vésperas do dia decisivo.
Fala-se muito em democracia, em liberdade, porém, creio que nada mudou com o passar do tempo. Seja direta ou indiretamente, continuamos inseridos nesta "politicagem" em que os coronéis continuam a decidir os rumos eleitorais.
Com presentes e promessas estapafúrdias, deixamos nossos ouvidos se ludibriarem e serem mais uma vez enganados frente à urna. E o voto novamente elege o candidato errado.
O pior de véspera de eleição não é nem as mudanças constantes de partidos ou as promessas que já estamos cansados de saber, mas os meios utilizados para se angariar os votos.
Um colega estrangeiro que veio me visitar no período das últimas eleições, e que raramente assistia à televisão, fazia questão de ver o horário eleitoral, pois ele se divertia com o programa chamando, aquele momento, de "Happy Time".
Confesso que também acho nossa programação eleitoral mais engraçada que muitos programas de humor da atualidade. Só que me entristeço porque tal feito tira qualquer credibilidade de nossos governantes. Enfim, nos tornamos "palhaços" ao elegermos tais pessoas para representarem nosso país.
Ainda temos os famosos santinhos que, em minha opinião, mais sujam as ruas nas vésperas eleitorais do que ajudam os indecisos. Por falar em sujeira, onde está à Ecologia, que faz tanta apologia a limpeza das ruas, neste momento, para criticar tais ações?

Fora isso, cresce cada vez mais, o populismo eleitoreiro, aplicado pelos candidatos, os quais querem se demonstrar o mais familiar possível, das camadas mais populares.
Só que alguns nem conhecem uma favela de verdade, nunca sentiram as necessidades do povo, para saber julgar aquilo que é necessário.

Chego ao ponto de concordar com o russo Joseph Brodsky que diz que a memória trai a todos e se torna uma aliada do esquecimento.
Torço para que desta vez se ateste diferente do popular, de que "o brasileiro tem memória curta", mas que relembremos todas as gafes passadas dos candidatos antes de escolher o mais apto, não se deixando levar pela grandiloquência: "meus queridos eleitores!" e outras promessas eleitorais.

Fonte: Folha.com


Candidatos compram perfis de usuários do Twitter e fãs para o Facebook


Em busca de votos e popularidade na internet, pré-candidatos nas eleições deste ano tentam adquirir perfis já consolidados nas redes sociais, o que pode ser considerado crime eleitoral. No Twitter, é possível encontrar comentários que relatam as propostas comerciais dos políticos. O Facebook também é alvo dos pré-candidatos. Empresas oferecem serviços que têm como objetivo popularizar a página do político por meio de anúncios na rede social.
Segundo Alberto Rollo, advogado especializado em direito eleitoral, a compra de perfis ou seguidores pode acarretar em problemas legais. "Se o candidato vai aumentar número de seguidores ou fãs de forma fraudulenta está havendo um descompasso com que a lei diz, pois ela não permite fraudes", afirmou Rollo. 
No Twitter, por exemplo, a estratégia dos políticos é substituir o nome da conta com os usuários que já seguem a página. Dessa forma, as pessoas que já acompanham o perfil que foi comercializado passam a receber as atualizações do novo dono, sem saber da troca de propriedade.
Pelo Twitter, dois usuários falaram de propostas de compra de seus perfis na rede social para políticos e partidos. Encontrados pelo UOL, eles preferiram não comentar o caso e pediram para não ser identificados. Um deles, morador de Juazeiro do Norte (CE), cidade com cerca de 250 mil habitantes, tem 1.219 seguidores --até a publicação desta reportagem.
Os políticos também podem usar recursos artificiais para aumentar o número de seguidores --os chamados "scripts".
Por meio de uma ferramenta, usuários passam a seguir automaticamente perfis aleatórios e inflam o total de pessoas que recebem seu conteúdo e suas atualizações. Os "scripts" gratuitos, por sua vez, publicam automaticamente mensagens nas páginas de quem fez uso do recurso.

Candidato da Força

Uma dessas mensagens apareceu no Twitter do pré-candidato do PDT à Prefeitura de São Paulo, Paulinho da Força, mas logo em seguida foi apagada. O pré-candidato informou, por meio de assessoria de imprensa, ter conhecimento do texto publicado, mas garantiu que não houve uso dessas ferramentas.

Facebook

A reportagem do UOL entrou em contato com uma agência de comunicação e se apresentou como responsável pela campanha de um candidato. Um funcionário da agência  informou que um político do Recife, por exemplo, conseguiu 30 mil novos fãs em cerca de um mês após o início da intervenção de seus profissionais na página do Facebook.
Em outro contato telefônico, agora com uma empresa especializada em marketing digital, o responsável pela empresa informou que são usadas estratégias para burlar as limitações da legislação e fazer anúncios no Facebook para popularizar a página do político. "Existe o risco? Existe. Estão reclamando? Estão. Tem um monte de gente reclamando, mas e daí?", declarou o funcionário que se apresentou como responsável pelo negócio.
Pacotes de usuários que podem virar fãs ou seguidores também são vendidos. Adquirir mais 10 mil pessoas na página custa R$ 290, por exemplo. Outra estratégia é criar perfis falsos, que passam a ser fãs das páginas dos políticos, gerando uma falsa popularidade das páginas.
Embora seja um método fácil de aumentar os números das páginas das redes sociais, as ações podem não trazer benefícios para quem as pratica, dizem especialistas.
Para Sandra Turchi, professora do curso marketing para marketing eleitoral, "não adianta ter uma base enorme de seguidores fictícia, que não são reais seguidores". De acordo com a especialista, o ideal é que o candidato se prepare meses antes do período eleitoral já fazendo ações e estabelecendo comunicação pelos perfis.
"Vender anúncios não é permitido. Em uma situação dessas, um candidato, coligação partido ou o Ministério Público podem entrar com uma representação junto ao TRE [Tribunal Regional Eleitoral] contra quem estiver fazendo isso e denunciando a campanha fraudulenta, desde que prove", afirma Rollo.
A multa por ações indevidas nas redes sociais variam de R$ 5 mil a R$ 25 mil. A propaganda eleitoral é permitida a partir de 6 de julho. Antes disso, manifestações em redes sociais podem ser consideradas como propaganda eleitoral antecipada e também acarretar em multas.
Fonte: UOL - Reportagem: Raquel Camargo-São Paulo - 21/06/2012



sábado, 7 de julho de 2012


Propaganda eleitoral na internet traz novidades para 2012
Candidatos às eleições municipais de 2012 devem estar atentos às novidades sobre campanha eleitoral na internet. Essa modalidade de divulgação, que estreou nas eleições de 2010, será utilizada pela primeira vez em eleições municipais neste ano de 2012.
A propaganda na internet estará liberada a partir do dia 6 de julho e poderá ser feita em sítio do candidato, com endereço eletrônico comunicado à Justiça Eleitoral e hospedado, direta ou indiretamente, em provedor de serviço de internet estabelecido no país.
Poderá ainda ocorrer em sítio do partido ou da coligação, com endereço eletrônico também comunicado à Justiça Eleitoral; por meio de mensagem eletrônica para endereços cadastrados gratuitamente pelo candidato, partido ou coligação, e ainda por meio de blogs, redes sociais, sítios de mensagens instantâneas e assemelhados, cujo conteúdo seja gerado ou editado por candidatos, partidos ou coligações ou de iniciativa de qualquer pessoa natural.
É importante ressaltar que na internet é vedada a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga. “Vale frisar que está vedada também, ainda que gratuitamente, a veiculação de propaganda eleitoral em sítios governamentais ou de pessoas jurídicas”, reforçou o diretor-geral do TRE-AC, Osman Sales.
Outro cuidado a ser tomado pelo candidato diz respeito a mensagens eletrônicas. Estas devem dispor de mecanismo que permita seu descadastramento pelo destinatário, ficando obrigado o remetente a providenciá-lo no prazo de 48 horas. As mensagens eletrônicas enviadas após o término do prazo previsto sujeitam os responsáveis ao pagamento de multa no valor de R$ 100,00 (cem reais), por mensagem.
Para acessar a íntegra da resolução que dispõe sobre a propaganda eleitoral e as condutas ilícitas, acesse:
http://www.justicaeleitoral.jus.br/arquivos/tse-resolucao-tse-no-23-370-eleicoes-2012.

Fonte: TSE

sexta-feira, 6 de julho de 2012


Eleições e Voto Consciente 


Importância das eleições, importância do voto consciente, escolhendo um bom candidato




É muito comum ouvirmos que todos os políticos são iguais e que o voto é apenas uma obrigação. Muitas pessoas não conhecem o poder do voto e o significado que a política tem em suas vidas.
Numa democracia, como ocorre no Brasil, as eleições são de fundamental importância, além de representar um ato de cidadania. Possibilitam a escolha de representantes e governantes que fazem e executam leis que interferem diretamente em nossas vidas. Escolher um péssimo governante pode representar uma queda na qualidade de vida. Sem contar que são os políticos os gerenciadores dos impostos que nós pagamos. Desta forma, precisamos dar mais valor a política e acompanharmos com atenção e critério tudo que ocorre em nossa cidade, estado e país.
O voto deve ser valorizado e ocorrer de forma consciente. Devemos votar em políticos com um passado limpo e com propostas voltadas para a melhoria de vida da coletividade.

Como votar conscientemente

Em primeiro lugar temos que aceitar a ideia de que os políticos não são todos iguais. Existem políticos corruptos e incompetentes, porém muitos são dedicados e procuram fazer um bom trabalho no cargo que exercem. Mas como identificar um bom político?
É importante acompanhar os noticiários, com atenção e critério, para saber o que nosso representante anda fazendo. Pode-se ligar ou enviar e-mails perguntando ou sugerindo idéias para o seu representante. Caso verifiquemos que aquele político ou governante fez um bom trabalho e não se envolveu em coisas erradas, vale a pena repetir o voto. A cobrança também é um direito que o eleitor tem dentro de um sistema democrático.

Durante a campanha eleitoral

Nesta época é difícil tomar uma decisão, pois os programas eleitorais nas emissoras de rádio e TV parecem ser todos iguais. Procure entender os projetos e idéias do candidato que você pretende votar. Será que há recursos disponíveis para que ele execute aquele projeto, caso chegue ao poder? Nos mandatos anteriores ele cumpriu o que prometeu? O partido político que ele pertence merece seu voto? Estes questionamentos ajudam muito na hora de escolher seu candidato. 

Conclusão

Como vimos, votar conscientemente dá um pouco de trabalho, porém os resultados são positivos. O voto, numa democracia, é uma conquista do povo e deve ser usado com critério e responsabilidade. Votar em qualquer um pode ter conseqüências negativas sérias no futuro, sendo que depois é tarde para o arrependimento. 

Fonte: Sua Pesquisa.com 


domingo, 1 de julho de 2012

OLÁ...

COMO HAVIA DITO AQUI HÁ ALGUM TEMPO...TEREMOS NOVIDADES NOS PRÓXIMOS DIAS SOBRE ESTE BLOG.....PORTANTO AGUARDEM.....

ABRAÇOS....